18/04/2018 às 13h30min - Atualizada em 18/04/2018 às 13h30min

Epidemiologia: trabalho minucioso no auxílio ao combate da febre amarela

Com a onda de febre amarela no Estado do Rio o trabalho do setor tem uma atenção especial, sem, contudo deixar de atender também as notificações de outras doenças.

As funcionárias trabalham de forma integrada com a vigilância ambiental, com o setor de atenção básica, as unidades de saúde e agentes comunitários. É desses setores que chegam as notificações de pacientes com a doença.

A partir do primeiro caso notificado começa a coleta de dados, a investigação através de uma pesquisa detalhada em torno do paciente, das pessoas que o rodeiam, familiares, vizinhança e dos locais que frequenta em sua rotina diária. Através de conversas que acontecem nas visitas é que as servidoras podem orientar as pessoas envolvidas nesta pesquisa, fazer os encaminhamentos e tomar outras providências mais imediatas que sejam necessárias.

Mas quem pensa que o trabalho acaba aí se engana, pois toda essa coleta de dados dará origem à análise de dados, com muitos números e planilhas, facilitando a tomada de decisões de todos os setores envolvidos, para que possam intensificar ações preventivas contra a febre amarela. Para a Jorgete Alves da Silva, supervisora da epidemiologia é importante conter o avanço da doença:

- “O objetivo geral é parar o processo de transmissão e prevenir o aparecimento de novos casos”, disse Jorgete.

Por Anamaria Albuquerque


 

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