17/09/2018 às 12h34min - Atualizada em 17/09/2018 às 12h34min

“Os principais símbolos da região de Itatiaia necessitam de cuidados” afirma Rafael Fioratto

Casa da Cultura promoveu encontro para debater a preservação do patrimônio histórico de Itatiaia

Ariane Alves / PMI


Na última sexta-feira, dia 14, a Casa da Cultura realizou o ‘1º Encontro Patrimônio Histórico, Artístico e Cultural de Itatiaia’ com uma rodada de palestras organizada pela Assessoria Especial de Cultura.

A iniciativa surgiu após a tragédia com o Museu Nacional, localizado no Rio de Janeiro, um incêndio que despertou a atenção mundial para outros espaços que também necessitam de manutenção constante.

Na ocasião, o assessor Especial de Cultura, Rafael Fioratto apresentou os principais desafios para se manter a preservação do patrimônio histórico do município. E destacou os principais símbolos da região de Itatiaia que necessitam de acompanhamento e cuidados.

– Diversas pessoas envolvidas no campo da cultura publicaram e divulgaram o que tratamos na reunião nos meios de comunicação e redes sociais. Essa divulgação é muito importante para conscientizarmos a população sobre o patrimônio que temos aqui. Esse é um momento histórico para a cidade de Itatiaia – diz Rafael.

Alguns dos temas debatidos foram sobre as melhores práticas de preservação e manutenção de nossos espaços, como o Marco Zero, onde abrigou a antiga usina de força do Campo Alegre, Leque Itatiaia, Caminho Geológico, Teatro Municipal Oswaldo Motta, Capela de Nosso Senhor dos Passos, Chácara Pequenina e a Biblioteca Pública Bipuim.

Na plateia estavam presentes o presidente do Conselho Municipal de Cultura, Osvaldo Castro; a presidente da Academia Itatiaiense de História, Eliane Barros; e o vice, Thiago Ferreira, além de convidados de outras instituições e visitantes interessados sobre a temática.

O representante do Museu Nacional, Ricardo Leite, também acrescentou em sua exposição que todos os esforços para informar e criar soluções que melhorem a qualidade de preservação dos legados históricos são de extrema importância para as futuras gerações.

– O patrimônio natural deve ser preservado de forma permanente e essa manutenção garante que as pessoas possam conhecer mais sobre a memória de sua cidade, propagando a cultura. É preciso conhecer para poder preservar – avalia o geólogo.


Por Bruno Barreto.

Link
Notícias Relacionadas »
Comentários »