15/05/2020 às 11h33min - Atualizada em 15/05/2020 às 11h33min

Conselho Tutelar reforça a importância da campanha de combate ao abuso e à exploração sexual infantil

O Conselho Tutelar de Itatiaia e o Conselho Municipal da Criança e Adolescente, vinculados à Secretaria de Assistência Social e Direitos Humanos, lembram que nesta segunda-feira (18), acontece a campanha “Fazer Bonito”, alusiva ao Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual contra Crianças e Adolescentes, instituído pela Lei Federal 9.970/2000.

O “18 de maio” tem como objetivo mobilizar e convocar toda a sociedade para a participação na luta contra a violação dos direitos da criança e do adolescente. Anualmente, o trabalho é realizado através de caminhadas, debates, palestras, panfletagens, audiências públicas, etc. Entretanto, excepcionalmente, neste ano, não haverá nenhum tipo de atividade relacionada a esta data em Itatiaia, devido à pandemia da Covid-19. A mensagem será reforçada nas redes sociais da Prefeitura e em veículos da imprensa.

Patrick Motta, conselheiro tutelar do município, destaca a importância da campanha para a defesa dos diretos daqueles que não tem voz.


— Ela trás consigo uma valiosa contribuição para a nossa sociedade, pois se trata da conscientização no enfrentamento à violência contra crianças e adolescentes, que são violentados e não conseguem se defender ou não sabem denunciar. Nós somos devemos ser os seus “porta-vozes”.

Como denunciar
Caso presencie qualquer tipo de crime contra uma criança ou adolescente, procure o Conselho Tutelar de Itatiaia, das 8h às 17h, localizado na Rua Recife, nº 79 - Vila Odete  ou entre em contato através dos telefones (24) 3352-6739 ou (24) 988235034 (número de plantão 24h). Também é possível denunciar discando 100, o Disque Direitos Humanos, que funciona 24 horas por dia.


O também conselheiro tutelar, Carlos Eduardo, o Dudu Silva, ressalta o papel da sociedade ao contribuir com as denúncias.

— Através delas, o poder público poderá medir os números de casos de violência e tomar medidas concretas contra esse problema. Mas isso só é possível com a participação da população, agentes públicos de saúde e profissionais ligados à educação e segurança pública  finalizou.
 
Por Letícia de Souza.
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