ENCONTRO DO “MELHOR EM CASA” REFORÇA CUIDADO COM A SAÚDE MENTAL DE FAMILIARES E CUIDADORES

ENCONTRO DO “MELHOR EM CASA” REFORÇA CUIDADO COM A SAÚDE MENTAL DE FAMILIARES E CUIDADORES

Ação realizada nesta terça-feira (29) integrou o Setembro Amarelo e promoveu acolhimento e reflexão sobre a importância de cuidar também de quem cuida

Familiares e cuidadores de pacientes e ex-pacientes atendidos pelo Programa ‘Melhor em Casa’ participaram, nesta terça-feira (29), de um encontro voltado à saúde mental e à valorização de quem cuida. A atividade foi realizada na sede do programa, na Vila Odete, e integrou as ações do Setembro Amarelo desenvolvidas pela Secretaria Municipal de Saúde.

Com o tema da valorização da vida e de quem cuida, a iniciativa buscou chamar a atenção para a saúde mental de familiares e cuidadores que convivem diariamente com a enfermidade de uma pessoa próxima.

A programação contou com acolhida e abertura, seguida da roda de conversa “Quem cuida também precisa de cuidado”. As psicólogas Thiara Corrêa e Gilmara Ananias também conduziram a dinâmica “Cuidar de quem cuida”.

O encontro teve ainda um momento de confraternização, com café da tarde e música, além da atividade de gratidão “Obrigado por cuidar”, proporcionando aos participantes um espaço para convivência e compartilhamento de experiências.

A proposta foi ampliar o olhar para além do paciente e reconhecer o papel de familiares e cuidadores no processo de cuidado. A rotina de acompanhar uma pessoa enferma pode exigir dedicação constante, e o encontro criou um momento específico de acolhimento, atenção e reflexão para esse público.

Atualmente, o Programa ‘Melhor em Casa’ acompanha 27 pacientes, número que pode variar ao longo do mês de acordo com novas admissões e altas. O encontro foi destinado aos familiares e cuidadores de pacientes e ex-pacientes atendidos pelo programa.

A atividade reforçou a importância de incluir quem cuida nas ações de acolhimento e valorização da vida, reconhecendo que o cuidado com a saúde mental também deve alcançar as pessoas que integram a rede de apoio dos pacientes.

Por Luís Rogério Mendes Andrade

 

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